1 de mai de 2012

A Hipocrisia Anti-"Pré-Sal"

Bom, meus prezados leitores, volto a postar neste Dia do Trabalhador. Desta vez, o tema será algo que aflige tanto trabalhadores quanto patrões: O embate sobre se as reservas petrolíferas do chamado Pré-Sal devem ser exploradas (gastando dinheiro de todos por um risco muito grande) ou não. O meu posicionamento? Verão agora. O posicionamento de vocês? É o que quero ver nos comentários. Afinal, não sou especialista em Economia/Comércio Exterior/Zoologia/Gestão Ambiental/Botânica/Geografia para querer que minha opinião seja irrefutável. Enfim, boa leitura (o gênero textual é "Artigo de Opinião", btw):


A Hipocrisia Anti-‘Pré-Sal’

Desde a descoberta das ainda não-mensuradas reservas de petróleo abaixo de camadas de sal (o chamado pré-sal) em vários lugares do país, dentre eles a costa fluminense, debate-se intensamente sobre os riscos trazidos por uma má exploração desse recurso e sobre os lucros que podem emergir da pesquisa e uso apropriados.
Mesmo com a demora para o início dos trabalhos (no Campo Tupi, por exemplo, só ocorrerá pesquisa em alta escala em 2016), creio que seja essencial a ocorrência destes. Afinal, os produtos de maior valor comercial da atualidade, mesmo com os “chiliques” ambientalísticos, ainda são de origem mineral, ainda que sejam de difícil acesso. Portanto, um ganho tão grande, para um país necessitado de verbas, não deve ser descartado.
Outro entrave é o político. Apenas alguns poucos estados brasileiros têm essas reservas, o que gera divergência sobre como devem ser repartidas as verbas resultantes da venda do produto final. Ora, o que será preciso para retirar esse pensamento egoísta e mesquinho dos governos estaduais? Mesmo com a visão curtíssima de alguns governadores e asseclas, as explorações precisam acontecer. Afinal, os mesmos se esquecem dos lucros já existentes (a americana GE, por instância, já fez um acordo milionário por direitos de exploração com o governo carioca) e de outras fontes de investimentos as quais podem aparecer, rendendo aos estados verbas maiores para investir em outros departamentos, como segurança e educação.
Em suma, devemos dar um basta ao populismo ambiental hipócrita acerca da questão do pré-sal. Os entraves políticos e problemas ambientais serão compensados pelo grande crescimento de reservas petrolíferas (elevando o “status” internacional brasileiro) e dos lucros, por gerarem investimentos em tecnologia e outros setores que podem inclusive colaborar para a diminuição do desmatamento e da poluição em geral.

2 comentários:

  1. Ah,eu sou a favor da exploração do pré-sal e não vejo nenhum mal nisso,pois além de aumentar a popularidade do Brasil no exterior,e trará riquezas para o nosso país,lógico que tem as questões ambientais,mas enquanto não desenvolvemos energias limpas,teremos que utilizar o que temos a disposição c:

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  2. Pois é, Marcelão, também pensei nisso quando fiz a Redação. Tanto que coloquei o título que coloquei.

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