31 de mai de 2012

Perguntas, Sugestões, dia 31, etc, etc, etc...

Bom, pessoal, esta é a postagem do dia 31 de Maio de 2012. Farei como fiz na maioria das outras: Esta postagem será reservada a perguntas, críticas e comentários. Comecemos então:

Pergunta: Véi, na boa, precisa ter boa vontade demais para ler constantemente o teu blog. Os temas que você coloca são, sei lá, meio... sabe?
Eu o entendo, nobre leitor. Porém, como sempre digo, tento variar os temas, indo desde os mais "estranhos" ou, melhor dizendo, inesperados (por exemplo, Ecletismo Musical) aos mais correntes (Ética, Violência, Educação). Vou pegando propostas de lugares e fazendo aleatoriamente mas, de vez em quando, faço um post específico para uma ocasião, como o "Desistória do Brasil" logo após o Dia do Índio. Porém, como também sempre digo, estou abertíssimo a sugestões. Moda, Música, Política, Sociedade, Educação, Entretenimento, seja o que for, tentarei esclarecer. Se não conseguir formular algum tipo de post para o tema, peço desculpas ao meu leitor e faço uma retratação. Mas, enfim, é só meter brasa e sugerir.

Pergunta: Cara, acho os seus textos meio curtos demais e muito prolixos. #Comofaz?

Agradeço pela crítica, caro leitor. Apesar de eu ter feito esse blog apenas com foco em debater com outras pessoas sobre o tema que proponho no post, eu sei que é MUITO FODA ter como base um texto minúsculo e prolixo para começar o debate. Além do mais, mesmo eu tendo dito que não é preciso se pautar no meu texto, comprometi-me a dar-lhes uma base mínima para que o debate pudesse ser começado.  Mas, calma caro leitor: os POEMAS são beeeem piores.

Pergunta: Então, eu adorei o seu texto, mas acho que você devia ter falado mais sobre...

Bom, caro leitor, como eu sempre digo, esses textos são só uma pequena base. Afinal, em muitos casos, minha experiência é zero, pequena ou unilateral demais. Por isso conto sempre com vossa ajuda. Então, achou que faltava falar algo? Pó comentá ae que eu vejo e reflito sobre. Mais uma vez, obrigado pela observação.

Enfim, é isso. Críticas, dúvidas, sugestões, contos eróticos, piadas, perguntas? Bora comentar!

21 de mai de 2012

Ética ao Brasileiro

Bom, meus caros leitores, volto a postar. Dessa vez, o tema parece ser bem simples, mas não o é. Tendo isso em mente, e também sabendo que o meu texto obviamente é insuficiente para esgotar o assunto, gostaria que deixassem em seus comentários uma resposta à questão:  Quais são os efeitos da covardia e da coragem éticas para a sociedade? Enfim, aqui vai o texto. (créditos pelo tema: Banco de Redações UOL). Eu repito: o texto é mero estopim para começar a discussão, mas se quiserem comentar sobre seus aspectos formais e argumentativos, recebê-los-ei com prazer

Ética ao Brasileiro

Um valor  tido universalmente como um dos pilares da ética é a coragem. Não se trata, entretanto, da coragem de guerreiros e lutadores, mas sim daquela que leva o indivíduo a assumir seus erros e pagar por eles de maneira adequada. Há, por outro lado, o eticamente covarde, ou seja, aquele que não assume suas responsabilidades e algumas vezes ainda a joga para outros.
Por mais que alguns procurem negar, coragem e covardia éticas têm sim muitos efeitos sobre a sociedade. Analisando, por instância, a sociedade brasileira, é possível afirmar que as demonstrações de desonestidade e covardia ética na política fizeram com que o povo passasse a descrer dos próprios políticos e do semelhante e da capacidade de mudar a realidade social por meio da política.
Por outro lado, exemplos como o da personagem Griselda Pereira da novela “Fina Estampa”, uma mulher reconhecidamente ética e um paradigma de idoneidade, causam nos cidadãos não só admiração e respeito, mas também reflexões sobre o modo de pensar a vida e de julgar os outros indivíduos.
Portanto, são indubitáveis os efeitos da covardia e da coragem ética sobre a sociedade. Não é possível, porém, afirmar qual delas está se sobressaindo pois, se por um lado há o exemplo antiético dos políticos brasileiro, por outra há uma boa demonstração de ética na vida e no trabalho pela personagem Griselda. Tentar achar um vencedor nesse antagonismo, aliás, seria reductio ad absurdum, ou seja, transformar-se-ia em um reducionismo que atrapalharia a análise apropriada da questão.


No próximo capítulo, virá um post que talvez os surpreenda muito, mas não pelo tema escolhido.

11 de mai de 2012

O meio cidadão

Bom, pessoal, o assunto sobre o qual falarei neste postagem foi discutido há pouco tempo: trânsito. Antes, falara de violência no trânsito. Agora, o tema é educação no trânsito. Parti de uma proposta de redação que perguntava se ser educado no trânsito era exercício de poder ou de cidadania. Minha resposta? É só acompanhar. Boa leitura.

Cidadania 0.5
 
 É vergonhoso perceber que, em uma das maiores economias do mundo, há uma educação que não consegue conscientizar e educar pessoas para lidar com o trânsito. O país que possui a cidade mais solidária do planeta (Rio de Janeiro, segundo pesquisa da UNESCO) tem, em contrapartida, um dos mais violentos trânsitos do globo.
No entanto, a questão problemática não se resume apenas à educação. O povo brasileiro, tão solidário e cortês para com os turistas e imigrantes que vem para o país, muitas vezes sofre com a falta do exercício da cidadania por seus compatriotas no trânsito. O trabalhador , mesmo estando cansado ou estressado, não poderia se tornar mas acaba se transformando em um ser hedonista quando em um congestionamento ou quando leva uma multa, por exemplo. O problema é que, além disso, surgem também atos de intolerância. Buzinas, agressões físicas e verbais tornam-se armas para a instauração do caos nas ruas de grandes metrópoles como as cidades de São Paulo e Belo Horizonte. Há também o caso de cidades menores - as paulistas Araçatuba e Catanduva, por instância- que registram um número expressivo de acidentes por mês, letais ou não. A razão para isso torna-se aparente ao se considerar também o descumprimento da lei tanto por parte de pedestres quanto de motoristas, pois enquanto estes têm sua culpa por ultrapassarem o limite de velocidade permitido e não parar em sinais vermelhos,  aqueles são culpados de atravessar a rua fora da faixa ou quando o sinal fica verde, o que põe suas vidas em risco.
Concluindo, a problemática do trânsito não será resolvida somente com leis e decretos governamentais. É fundamental também a conscientização de que a educação no trânsito não é exercício de poder e sim de cidadania. Enquanto perdurar a falácia da educação no trânsito como uma "arma", a nação continuará sofrendo com os efeitos de uma pseudocidadania (ou Cidadania 0.5), ficando assim estagnada quando o assunto é civilidade.

Bom, eu já fiz isso no Facebook, mas peço-lhes desculpas caso o texto não tenha ficado muito agradável. O caso é que tinha feito duas postagens horríveis sobre outros temas e quando percebi tive de jogá-las fora. Acreditem, essa era a melhorzinha das três. Enfim, agradeço pela atenção que vêm dando ao meu blog e prometo trazer-lhes textos bem melhores.

1 de mai de 2012

A Hipocrisia Anti-"Pré-Sal"

Bom, meus prezados leitores, volto a postar neste Dia do Trabalhador. Desta vez, o tema será algo que aflige tanto trabalhadores quanto patrões: O embate sobre se as reservas petrolíferas do chamado Pré-Sal devem ser exploradas (gastando dinheiro de todos por um risco muito grande) ou não. O meu posicionamento? Verão agora. O posicionamento de vocês? É o que quero ver nos comentários. Afinal, não sou especialista em Economia/Comércio Exterior/Zoologia/Gestão Ambiental/Botânica/Geografia para querer que minha opinião seja irrefutável. Enfim, boa leitura (o gênero textual é "Artigo de Opinião", btw):


A Hipocrisia Anti-‘Pré-Sal’

Desde a descoberta das ainda não-mensuradas reservas de petróleo abaixo de camadas de sal (o chamado pré-sal) em vários lugares do país, dentre eles a costa fluminense, debate-se intensamente sobre os riscos trazidos por uma má exploração desse recurso e sobre os lucros que podem emergir da pesquisa e uso apropriados.
Mesmo com a demora para o início dos trabalhos (no Campo Tupi, por exemplo, só ocorrerá pesquisa em alta escala em 2016), creio que seja essencial a ocorrência destes. Afinal, os produtos de maior valor comercial da atualidade, mesmo com os “chiliques” ambientalísticos, ainda são de origem mineral, ainda que sejam de difícil acesso. Portanto, um ganho tão grande, para um país necessitado de verbas, não deve ser descartado.
Outro entrave é o político. Apenas alguns poucos estados brasileiros têm essas reservas, o que gera divergência sobre como devem ser repartidas as verbas resultantes da venda do produto final. Ora, o que será preciso para retirar esse pensamento egoísta e mesquinho dos governos estaduais? Mesmo com a visão curtíssima de alguns governadores e asseclas, as explorações precisam acontecer. Afinal, os mesmos se esquecem dos lucros já existentes (a americana GE, por instância, já fez um acordo milionário por direitos de exploração com o governo carioca) e de outras fontes de investimentos as quais podem aparecer, rendendo aos estados verbas maiores para investir em outros departamentos, como segurança e educação.
Em suma, devemos dar um basta ao populismo ambiental hipócrita acerca da questão do pré-sal. Os entraves políticos e problemas ambientais serão compensados pelo grande crescimento de reservas petrolíferas (elevando o “status” internacional brasileiro) e dos lucros, por gerarem investimentos em tecnologia e outros setores que podem inclusive colaborar para a diminuição do desmatamento e da poluição em geral.