31 de jan de 2012

Le dia 31

Bom, pessoal, este é o post para o dia 31. Primeiro, vou colocar uma frase que defina como eu o fiz. Uma frase que realmente mudará os anais deste blog:
 "Ui, ele não planejou nada para o post do dia 31 e agora quer fazer piadinha, olha lá que comediante."
Bom, uma frase didática como essa já fala mais que mil textos. Este post será, portanto, um post de piadinhas daquelas que nem um nerd faz.
Por exemplo, vocês sabiam que um dos pilares para o estudo dos Movimentos Uniformemente Variados na Física nasceu na Rússia? Sim, pois é. Afinal, lá havia o Petrogrado, o Stalingrado, o Leningrado e o RETROGRADO! (Piada 1. hausahshuahusahushuas)
Ah, e algo ainda mais interessante. Recentemente, em uma dessas cidades minúsculas da Europa, houve um encontro de magos famosos de todos os tempos. E nesse encontro, houve uma conversa entre o nosso Machado de Assis (o bruxo do Cosme Velho) e Mr. Harry Potter. Sabem o que o Harry falou para o Machado de Assis? É nóis que voa, bruxão. (Piada 2. Ok, parei).
Bom, vou deixar assim. Afinal, não lembro de tantas piadas minhas assim, e sei o quão desagradáveis elas são. Porém, se este post conseguir pelo menos encher linguiça, o objetivo já foi alcançado. Obrigado a vocês, meus leitores, e esperem até amanhã, pois aí sim virá um post mais bem planejado.

21 de jan de 2012

Uma Conciliação Fundamental

Bom, caros leitores, venho por meio deste post falar-lhes sobre um tema o qual já foi prestigiado pelo vestibular PUCCAMP (Pontífice Universidade Católica- Campinas): A importância de conciliar desenvolvimento socieconômico e intelectual. Como fazer isso? Só lendo para saber. Lógico, é uma sugestão de alguém de fora do governo, oposicionista e um tanto despreparado. No entanto, é também a sugestão de um vestibulando nacionalista cansado desse tão grande inchaço de disciplinas e de ver o país passando vergonha em exames internacionais como o PISA. Enfim, bom leitura.

Maiêutica

A união de desenvolvimento econômico e intelectual constitui-se como o maior desafio das sociedades capitalistas modernas, entre elas a brasileira. Cada uma dessas nações tem condutas e políticas públicas extremamente particulares para buscar a solução para tal enigma e, com raras exceções, conseguem conciliar eficientemente conhecimento e economia. Uma exceção à regra é o Brasil.
Para uma das sociedades mais gananciosas do mundo, a postura brasileira perante a educação apresenta graves contradições. Mesmo consciente de que todo desenvolvimento, seja o mesmo social ou econômico, tem como etapa essencial a educação acadêmica de boa qualidade, brasileiros e brasileiras continuam a mostrar negligência em relação ao conhecimento, o que traz como consequência a exclusão social de muitos, já que não tiveram a especialização apropriada.
Mesmo assim, culpar somente a postura popular constitui-se em um ledo engano. Faz-se fundamental também analisar o posicionamento governamental sobre o tema. Como esperar mudanças nas atitudes das massas quando as políticas públicas educacionais, as quais têm como alicerces as baixíssimas verbas para pesquisas universitárias e os módicos investimentos em educação pública, são pífias?
Adicionalmente, passou a preponderar na educação brasileira notório comodismo. As provas seletivas para universidades públicas de qualidade seguem o princípio da assimilação contínua de conceitos, o que não desenvolve em nada a intelectualidade. Para tal desenvolvimento acontecer, deve-se optar por uma postura educacional baseada na maiêutica socrática, a qual demandaria do aluno uma opinião sobre os conteúdos debatidos em sala de aula.
Em suma, conciliar desenvolvimento intelectual e socioeconômico tem grande importância. Mesmo assim, criar uma sociedade alienada mostrar-se-á um obstáculo à evolução de qualquer nação. É necessário prevenir tal fato antes de pensar em qualquer melhora.

11 de jan de 2012

Sobre Educação Familiar

Bom, caros leitores, o título, creio eu, está claríssimo. Pretendo debater convosco sobre o panorama atual da Educação Familiar brasileira. Enfim, um texto mediano fala mais que uma péssima introdução. Boa leitura!

  A Roda Vegetativa

A importância da educação dentro de um núcleo familiar para qualquer indivíduo é inegável. Diziam os deterministas que uma das formas de moldar o caráter de uma pessoa é transformar o meio em que a mesma vive. Porém, faz-se essencial ressaltar também que o ser humano pode ser moldado com base em alguma conduta ética e moral e determinados valores.
Ainda assim, pode-se afirmar concisamente que a nova educação familiar consegue resultados irrisórios quando a questão é passar tais valores para as gerações seguintes. Enquanto alguns pais demonstram clara falta de autoridade e até mesmo de maturidade perante os filhos, tendo muitas vezes que apelar para a violência para conseguir “respeito” (o qual, ainda assim, não passa de medo), outros procuram educar por meio de tênues e obsoletos valores religiosos, transformando os novos cidadãos em seres hedonistas e/ou conformistas.
Faz-se notório e óbvio o fato de que tais formas de educar têm reflexos extremamente negativos nas relações sociais, ao se considerar que tais indivíduos ficam entre o desrespeito total à lei e aos outros cidadãos e a incapacidade de promover quaisquer mudanças, seja em âmbito sociocultural ou político, o que pode pôr em risco o próprio futuro democrático da nação.
Sintetizando, faz-se clara a ineficiência da atual forma de educação pelo seio familiar. Entre pais conservadores e liberais, o resto é uma geração filosoficamente limitada e culturalmente corrompida, além de uma roda corroída e vegetativa conhecida como “educação familiar”

1 de jan de 2012

01/12/2012

Bom, caros leitores, 2012 já começou. Por ser este o primeiro post do ano, falarei apenas sobre alguns fatores pertinentes ao blog em si.
Primeiro, é provável que, durante este ano, eu torne este espaço cada vez mais democrático e mais vosso. Como já tenho várias postagens prontas, delegarei a vocês o direito de decidir, em certas ocasiões, qual será a postagem seguinte.
Segundo, alerto para que se preparem pois, com o esgotamento dos temas sobre os quais consigo falar, este blog tornar-se-á bem mais ideológico e menos jornalístico com o passar das postagens.
Por fim, agradeço pela contínua fidelidade a este blogueiro e a meus textos. Mesmo com poucos temas restantes, comprometo-me a abordá-los com maior seriedade e coerência.
A propósito, alguns assuntos pelos quais passei batido virão à tona, entre eles Cotas Raciais, Filosofia, Literatura e outros.
Mas, enfim, feliz dia de ano novo para todos. 2012 está aí, assim como várias novidades para O Homem e a Crítica.