11 de out de 2011

Livro, Livreto, Tableto

Bom, pessoal, essa postagem será sobre o futuro dos livros, tema de Redação da UNESP 2011 Inverno. Boa leitura!

Um impacto para a posterioridade

A Internet, hoje mundialmente disseminada, e outras novas tecnologias (E-book, Tablet) em processo de globalização trouxeram várias melhorias para diversas áreas, entre elas a da comunicação, por permitir interação rápida entre indivíduos de todas as nações, e até mesmo econômica (ao se usar como referencial a possibilidade de executar transações bancárias com poucos comandos).
Ainda assim, as mesmas tecnologias acenderam várias polêmicas. Uma delas refere-se ao futuro dos livros. A controvérsia dá-se principalmente pelo fato de que diversas obras conhecidas em âmbito nacional e internacional já estão disponíveis em acervos digitais espalhados pela rede e até mesmo em versões para as inovações tecnológicas.
Adicionalmente, a geração a qual era notória leitora das versões impressas das obras pouco manda nos novos rumos do mercado em geral, sendo trocada por outra geração mais adepta ao uso de novidades de cunho tecnológico, seja para tarefas simples ou mesmo para uma leitura mais prática dos livros que desejam ou precisam.
Em suma, pode-se afirmar que coerentemente e de modo conciso que o futuro do livro atrela-se ao futuro das próprias mídias digitais. Tal mudança pode ter vários impactos nos meios sociais. Ainda assim, um impacto já está assegurado: o da evolução representada em uma das áreas mais importantes para o indivíduo, que é o conhecimento

3 comentários:

  1. O vocabulário da redação está impecável,mas acho que faltaram argumentos mais fortes, e principalmente, uma tese clara.
    Quanto a minha opinião,sou contra a digitalização do livro e sou Clariciana quanto a isso. No conto "Felicidade Clandestina", Clarice Lispector narra a relação quase física de uma menininha com seu livro, tendo como "uma mulher com seu amante", nas palavras da própria autora. Esse conto autobiográfico da Clarice mostra o quanto a relação com os livros vai além da própria leitura e acho que a digitalização dixa isso de lado, deixando a leitura fria e menos interessante, sem a ansiedade de virar a próxima página.
    Abraços Octávio ;)

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  2. Pois é, cara Cynthia... confesso que, caso tal tema de Redação voltasse a cair na UNESP, minhas chances de passar seriam reduzidas. O texto que apresentei é a demonstração disso. Acabei ficando sem argumentos e talvez minha tese tenha ficado ininteligível por outras questões.
    Sendo esse um texto dissertativo de Vestibular, sei que me daria mal. Sorte que estamos em meu blog, e o objetivo não é a avaliação textual, e sim o debate. Você aliou os dois. Muito obrigado pelo comentário, Cynthia.
    (A propósito, não deixo de concordar com você nesse aspecto da digitalização)

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  3. Particularmente, e isso deixo implícito em comentário do post anterior, aprovo a digitalização dos livros. Vejo como uma forma rápida e barata de divulgação de conhecimento. O problema, creio, é de outra natureza. Seja de papel, seja de plástico, metal e led, o difícil e atrair a atenção das pessoas para as obras. Grande abraço.

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