31 de ago de 2011

31 de Agosto

Interesse por Política? Coisa de Velho.             Alienação? Coisa de Jovem.
Ideal Socialista/Anarquista? Coisa de Velho      Consumismo? Coisa de Jovem
Protestos Organizados? Coisa de Velho            Rebeldia? Coisa de Jovem
Responsabilidade? Coisa de Velho                    Irresponsabilidade? Coisa de Jovem

O leitor acostumado com minha tradicional forma de postagem pode ter dificuldades em entender esta. Bom, então aqui vai a explicação: Esse é o estereótipo que milhões de brasileiros têm sobre o próprio país e povo. Segundo eles, o jovem TEM QUE ser alienado, consumista e irresponsável, e que todo protesto feito por ele é meramente uma rebeldia aflorada. Chega de seguir tais absurdos, Brasil! Acorda!

PS1: O "Velho" que coloquei representa a figura do Adulto. Não é um insulto, e o PS2 explica o porquê
PS2: As primeiras linhas deste post parodiam uma propaganda veiculada por certos partidos políticos nas eleições presidenciais do ano passado. Quem acompanha um pouco sobre o Horário Político sabe sobre aquilo que falo. O "Velho" foi colocado no lugar de "Adulto" por ter melhor sonoridade e ritmo
PS3: Um outro título para este post poderia ser: "Guia sobre como não construir um país, Parte 1". Isso significa, em linhas gerais, que meus leitores e apreciadores podem esperar os mais diversos tipos de post para as partes 2, 3 e todas que vierem

Qualquer pergunta, é só comentar. Todas serão respondidas.

2 comentários:

  1. Sei que é um pensamento patético, egoísta e condicionado por uma sociedade de consumo em que estamos inseridos, mas continuo com uma opinião bem peculiar sobre isso: QUANTO MAIS GENTE IDIOTA E ALIENADA NA MINHA GERAÇÃO, MENOR A CONCORRÊNCIA E MAIOR MINHA CHANCE DE SUCESSO. "Tudo de ode ao idiota, nada de ódio ao idiota..."

    ResponderExcluir
  2. E menor é a minha chance de saber meus limites, o que gera certo comodismo por parte de quem não tem concorrência. Esse comodismo gera omissão e para a busca pelo conhecimento, tão essencial para o desenvolvimento humano. Em suma, "Nada de ode ao idiota"

    ResponderExcluir