31 de jul de 2011

31 de Julho

Pessoal, este post curtíssimo resumirá meu pensamento sobre um filme ao qual assisti recentemente: Harry Potter e as Relíquias da Morte (no caso, a 2ª Parte)

Ingresso para o cinema: 7 reais
Pipoca: 5 reais
Ver a safadinha da Minerva McGonagall falando empolgadinha: "Eu sempre quis usar este feitiço!": Não tem preço

Enfim, sim, eu sei, a piada foi sem graça, mas, o post está aí. Minha promessa está cumprida. Bom, quem quiser mandar perguntas sobre o blog, comente

21 de jul de 2011

Uma Comédia nada Divina

Caros leitores, venho por meio desta introdução anunciar-lhes um novo post o qual será, no mínimo, controverso. Afinal, criticar religiões e/ou teorias ambientalistas nos dias atuais não é algo comum. Mesmo assim, não adianta tentar censurar. Nunca forcei ninguém a ler este blog, e não pararei de criticar porque a pessoa A, B, C ou D reprovou alguns dos textos. É a reprovação que nos torna mais forte.

PS: Processos também não adiantarão, pois não estou fazendo apologia a qualquer coisa. Faço uma apologia ao questionamento, ao debate, e nada mais.

Enfim, para os apreciadores, boa leitura. Para quem não gostar, boa leitura também. E comente com seus contra-argumentos. Afinal, como sempre digo, o objetivo do blog é o debate.

Demagogias Ambientais

A Campanha da Fraternidade 2011 (para os mais íntimos CF), organizada por órgãos religiosos, tem como tema a frase: “A Fraternidade e a Vida no Planeta”. Entre outras coisas, essa célebre campanha fala sobre a degradação do meio ambiente pelo ser humano, unida com a degradação ética e moral da sociedade.
Nunca antes na história deste país uma campanha religiosa fizera tanta demagogia e reforçara tantas falácias e tantos sofismas ao expropriar-se de um tema sobre o qual poucas coisas foram comprovadas. A campanha usa-se de demagogias ambientais como “O ser humano é o culpado pelas mudanças na temperatura global” e “O incidente ocorrido no Japão foi culpa dos seres humanos que lá residem” para tentar comover as massas e manipulá-las para preservar o meio ambiente, além de resgatar uma moral absolutamente equivocada, obsoleta (advinda de tempos feudais) e desnecessária para a humanidade.
Em prol da refutação de tais absurdos, faz-se fundamental uma análise séria e concisa dos presentes fatos. O conceito geográfico coloca que os efeitos de aquecimento global são, na verdade, locais, e não acarretariam em conseqüências mundiais. Além disso, há um ciclo de temperatura terrestre o qual já ocasionou quatro glaciações com subsequentes superaquecimentos globais, os quais não tiveram influência humana nem causaram a extinção da vida no planeta. Adicionalmente, o incidente no Japão, o qual está sendo usando para tal fim demagógico, foi causado por movimento de placas tectônicas e não por excessiva poluição, como afirmam certos religiosos.
De outro lado, há as falácias de ordem religiosa. Normalmente, tais falsos raciocínios envolvem suposta moralização das sociedades e a igualação do poder das igrejas ao poder governamental, Caso tais fatos fossem concretizados, o mundo regressaria aos tempos medievais, assistindo de novo a repressão da intelectualidade humana, a qual seria trocada pelo fanatismo religioso e pelo falso moralismo o qual imperara no mundo europeu por mais de um milênio.
O que se faz veridicamente fundamental é a mudança das ordens social, política e educacional, atenuando as notórias disparidades entre classes sociais, eliminando a corrupção dos bastidores do poder público e incentivando a intelectualidade humana, o único valor impagável ao indivíduo.

11 de jul de 2011

Homem que mata, Socialista selvagem?

Meus prezados leitores e apreciadores deste blog, agora vem um novo post. Lembram-se que o post de 10 dias atrás foi sobre o Capitalismo? Então, para não ficar com uma imagem tão politizada assim, decidi, quase no mesmo dia em que escrevi sobre o Capitalismo, criticar também alguns fatores do Socialismo. Enfim, não adiantarei mais. Boa leitura.

Autodestruição

O Socialismo é, por conceituação primitiva, o sistema governamental cuja base ideológica constitui-se na igualdade ampla a todos, somente excluída no aparelho político. As propostas socialistas originais, de cunho nobre, englobavam as Reformas Agrária, Urbana, Política e Econômica, tendo na última a presença de uma das principais bandeiras desse sistema, a luta por melhores salários para os trabalhadores. Apesar de um ideal nobilíssimo, a imagem do Socialismo vem deteriorando-se, tendo como os principais causadores de tal os próprios socialistas atuais.
A chance mais notória dada a tal ideologia fora a Revolução Russa de Outubro de 1919. Um modo lento e gradual (mas seguro) utilizável para angariar o apoio das massas a tal regime foi descartado pelos primeiros governantes socialistas russos (também conhecidos por soviéticos). Ao invés de utilizarem-se de meios democráticos e mudar a ordem social paulatinamente, os soviéticos escolheram a luta armada para a instauração do novo governo. Adicionalmente, é célebre a repressão stalinista, a qual desassociou ainda mais a imagem do Socialismo da noção de democracia plena.
Além disso, houve também o episódio cubano. Originalmente uma ilha açucareira próspera, viu-se refém das péssimas políticas públicas e econômicas castristas e, após a queda da URSS (União das Repúblicas Socialistas e Soviéticas) em 1991, Cuba sentiu os efeitos de tais políticas. Além de prejudicar a ilha, esse fato associou o Socialismo à fragilidade econômica. Novamente, a culpa pode ser colocada nos próprios socialistas ineficientes.
Sumarizando, apesar de não se poder conclusivamente culpar o sistema Socialista em si, não haverá respeito por tal enquanto não houver uma sensível alteração nas políticas públicas e nos métodos ideológicos usados pelos socialistas atuais, transformando a ineficiência estatal em aparelhos públicos auto-suficientes e os regimes ditatoriais repressivos em democracias de fato


1 de jul de 2011

Ode ao Capitalismo

Bom, pessoal, direi-lhes que essa é, até agora, minha postagem mais polêmica. Afinal, que outro blogueiro conhecido por vocês tece tão grande "Ode ao Capitalismo"? Mesmo assim, boa leitura.

Ode ao Capitalismo

Ao tentar conceituar a palavra Capitalismo, pode-se achar definições como “o sistema econômico vigente no globo” ou “ uma das formas político-econômicas de se governar uma nação”. Porém, para analisar tal sistema governamental, mera conceituação faz-se ineficaz por não englobar as particularidades sociais, históricas e até mesmo geográficas de cada país ou povo. Assim como nem tudo aquilo que reluz é ouro,
nem sempre o Capitalismo garante riquezas, fazendo-lhe um sistema extremamente frágil no plano social.
Esse sistema, por almejar sempre o maior lucro possível, provoca gradualmente o aumento da ganância dos patrões, fato que provoca um crescimento na notória automação industrial a qual, mesmo trazendo grande desenvolvimento tecnológico para uma nação, gera a própria contrapartida ao elevar os índices de desemprego, o qual gera grandes prejuízos para a mesma.
Ainda assim, os danos não estão limitados às taxas de desemprego. Aqueles que conseguem manter seus empregos cotidianamente sobem construções (e veículos de transporte público) como se fossem máquinas, conformam-se com uma vida por vezes indigna como se fosse lógico e têm que observar alguns dominantes do poder guiarem suas nações com passo bêbado, deixando o povo ainda mais náufrago de esperanças e muitas vezes vendo mudanças sendo planejadas com um ritmo tímido e executadas em ordem questionável.
Entrando no mérito histórico e geográfico, o sistema capitalista não infere em qualquer tipo de compensação para os países historicamente explorados ou verdadeiro auxílio socioeconômico para povos em localizações privadas de recursos naturais, o que coloca tais pessoas em condições subumanas de vida e educação.
Em suma, o superestimado Capitalismo não é o sistema ideal para o mundo, por satisfazer as necessidades sociais e econômicas de poucos e agravar a situação de muitos. A solução deve ser alcançada por meio de sérios debates para chegar-se a conclusões sobre como deverá ser a nova forma de governo mundial.

Desculpo-me antecipadamente caso o nível deste texto seja um pouco inferior aos outros já produzidos. Mesmo assim, o foco deste humilde blogueiro não é o formato de textos, e sim o conteúdo dos mesmos.
E perdoem-me pelo formato estranho do primeiro parágrafo. Não sei o que aconteceu.