21 de fev de 2011

Tese sobre o Aborto

Bom, caros blogueiros, é hora de criticar sobre um dos temas mais hipocritizados da nossa sociedade: o Aborto. Minha intenção não é criticar a instituição A, B, C, D, E ou F, mas alertá-los para o quão deteriorada está nossa sociedade. Lembre-se: Você leu porque quis. Ninguém o obrigou. Desejo-lhes uma leitura agradável.

Vida VS Aborto: O Jogo da Hipocrisia
No ano de 2010, o Brasil passou por processo eleitoral, com a eleição de novos governadores e congressistas, além da eleição da primeira mulher presidente do Brasil,
Dilma Rousseff. Foi um ano atípico na história democrática da nação, com a adição de novas figuras, em sua maioria eleitas por voto de protesto. Porém, nunca antes na história do país esqueceu-se tanto de temas prioritários como educação e segurança e fez-se tanta demagogia em cima de questões não – prioritárias
   Uma dessas questões foi a descriminalização do Aborto. O eleitor brasileiro aparentemente esqueceu-se de analisar as propostas eleitorais e preocupou-se em medir a religiosidade (para muitos, parte vital do caráter) dos candidatos, principalmente por meio de suas opiniões sobre o Aborto. Algumas pessoas usaram o argumento de que a vida humana começa na concepção do embrião e, como a Constituição Brasileira de 1988 garante o direito à vida, o aborto não poderia ser descriminalizado
Porém, antes de argumentar contra tal descriminalização em prol da vida, é necessário enxergar além da roda viva da hipocrisia social. Essa mesma Constituição também garante o direito à saúde e educação de boa qualidade, moradia digna e igualdade perante a justiça, e nenhum desses direitos tão essenciais à vida é respeitado. Sem muitos desses direitos, condições essenciais para a manutenção da vida são postas todo dia em xeque
Portanto, é importante questionar: Como obrigar brasileiros e brasileiras a preservar um direito sem que o próprio país tenha as condições necessárias para assegurar a vida pós-concepção? Antes de forçar situações, é necessária a adequação de condições essenciais à preservação da vida


Quer elogiar, criticar, espernear, chorar, defender, debater? É só postar um comentário. Caso queiram algum outro tema que precisa ser discutido, ou o outro ponto de vista de algum tema sobre o qual eu venha a postar, é só pedir. Para o outro tema, se possível, coloque uma fonte de pesquisas

11 de fev de 2011

Tese sobre o Bullying

Bom, internautas de todo o Brasil, este é meu primeiro post. É uma tese sobre Bullying feita por aquele que digita a vocês. Divirtam-se com a leitura. O título pode soar estranho, mas é porque se trata de um editorial feito por mim para um projeto de revista o qual infelizmente não saiu do papel.
Projeto Bullying
O preconceito é, por definição do Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, uma opinião ou ideia formada antecipadamente e sem reflexão nem fundamento razoável sobre alguém ou alguma coisa. Apesar de não se saber ao certo a origem histórica do preconceito, tem-se conhecimento de que, por séculos, quando uma nação ou um povo dominava outro, este sofria com o preconceito e com práticas intolerantes e repressivas à sua cultura. Assim fora nas relações entre elamitas e sumérios, egípcios e hebreus, hititas e acádios, assírios e babilônios e entre romanos e os povos “bárbaros”.
Nos tempos modernos, o preconceito, aliado à intolerância e a mentalidades coercitivas e ignorantes, tornou-se instrumento de discriminação entre jovens, crianças e adultos, e não só entre nações. Além das já existentes questões religiosas, culturais, raciais e sociais, a extrema valorização das aparências e o desrespeito às divergências de pensamento originaram e trouxeram notoriedade ao Bullying, que é uma prática caracterizada por constantes agressões verbais, físicas e psicológicas de um grupo ao seu alvo, normalmente isolado.
Porém, antes de condenar quem pratica o Bullying, é necessário analisar todos os grupos que interagem nessa roda-viva do preconceito. Primeiro vem os agressores, ou aqueles que praticam o Bullying. Geralmente, essas pessoas têm personalidades autoritárias e dominantes, pontos de vista preconceituosos, deficiência em sociabilidade e comportamentos agressivos desde a infância. Além disso, os bullies, como são denominados, podem também ter sido vítimas de Bullying na infância, por parte de pais, professores ou irmãos. Além do Bullying Direto, preferido por bullies masculinos, alguns bullies (como mulheres e crianças pequenas) executam o Bullying Indireto, que se baseia no isolamento social da vítima.
Em segundo plano, porém não menos importantes, estão as vítimas, ou aqueles que sofrem Bullying. Essas tendem a ser pessoas aparentemente mais frágeis do que seus agressores e cujas características físicas e psicológicas tornam-lhes identificáveis perante a massa de pessoas e propícias à prática de Bullying, por não poderem se refugiar na multidão. Essas vítimas tendem a sofrer com depressão e ansiedade, entre outros sintomas pós-Bullying
Finalmente, estão presentes as testemunhas, as quais são pessoas que poderiam ajudar as vítimas. Porém, por medo ou negligência, essas pessoas tendem à omissão, piorando ainda mais a situação das vítimas. Algumas vítimas e testemunhas tornam-se agressores (as) como meio de proteção (para que os bullies não as escolham como alvos) ou vingança
Os papéis mudam com as circunstâncias. Um professor, por exemplo, pode ser vítima de um bully, testemunhar um aluno ou outro professor sendo o alvo dos bullies, ou até mesmo ser um bully em relação a um aluno ou a outro professor.
Bullying, o mais notório filho do preconceito. Preconceito, o filho do medo, o medo da diferença. O combate ao filho (Bullying) e ao pai (Preconceito) não pode mais ser negligenciado. Qualquer forma de preconceito é inaceitável, e o Bullying não pode ser exceção à regra. Senão, ainda mais pessoas potencialmente grandes tornar-se-ão pequenas ao longo dos anos. É hora de respeito, é hora de ação.


(Quem quiser críticas sobre quaisquer assuntos, poste um comentário com seu pedido e, se possível, com uma fonte de pesquisa)
*PS: Desculpem pela fonte relativamente pequena. Foi um problema primitivo de formatação

4 de fev de 2011

Introdução

Blogueiros de todo o Brasil, agradeço humildemente que tenham adentrado as fronteiras do Blog "O Homem e a Crítica". Criei este blog com o intuito de argumentar sobre questões preocupantes e intrigantes da sociedade brasileira, como Bullying, Preconceito, Violência, Educação, entre outras, e questões mais comuns e menos críticas. Desejo-lhes uma boa leitura, e toda crítica (exceto trolling) é apreciada

Lembre-se: Todo conteúdo o qual veio a ler nesse blog foi sua escolha. Por favor, evite processar este humilde blogueiro. Minha intenção não é ofender, e sim alertar